Arquivo para outubro, 2008
O mundo está mesmo PERDIDO!
Estava hoje alterando as URLs de Destino de uma campanha, quando ao tentar postar em um dos grupos de anúncio, o Adwords me dá o seguinte erro:

Google! Juro que não era a intenção, olha o anúncio:

Pior, acabou de acontecer a mesma coisa no anúncio do DVD “O Homem do Pau-Brasil“, tenha dó ! Hahaha !
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Depois do caso Isabella Nardoni a mais nova pauta padrão dos noticiários é o caso do seqüestro de Santo André.
Se você não aguenta mais ouvir esta história, veja como aprender com ela. E não estou falando de lição de moral e justiça, estou falando de Marketing mesmo !
Com uma mistura de SEO, Social Media e Marketing de Guerrilha aprenda com o primo de Lindemberg Alvez (o vilão da história toda) soube usar a Web 2.0 para divulgar o Disk Wilmar Lanches.
Sensacional:
http://paunocoolhunter.blogspot.com/2008/10/vida-e-morte-miguxinha.html
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Após tirar a certificação do Google Analytics, na última sexta-feira fiz a prova do GAP: Google Advertising Professional.
O GAP é uma certificação oficial do Google para especialistas em Adwords que cumprem determinados pré-requisitos, onde um deles é fazer uma prova online com 110 questões de multipla escolha em 1h30.
Para quem utiliza a ferramenta no dia-a-dia, a prova não é muito dificil. O único problema é o fato de ela ter sido traduzida do inglês e portanto haver algumas questões mau formuladas e com alternativas ambíguas.
Outra crítica é o fato de profissionais que fazem a prova através do cadastro de agência, não ter uma página individual que comprove que é certificado, sendo disponibilizado apenas a página da empresa.
Por outro lado, o bom de ser online é que o resultado sai na hora:

segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Não canso de falar aqui no blog que a palavra-chave para qualquer campanha de sucesso é MENSURAR e é sobre isso que vou falar neste post.
A grande vantagem da Internet em relação as outras mídias é você conseguir monitorar e saber com quase 100% de exatidão quantas visitas seu site teve, de onde vieram, como se comportaram, o que compraram, quanto tempo levaram para comprar e mais uma série de informações que facilitam e muito a equalização de estratégia, verba e retorno.
Uma das funções mais interessantes do Analytics é o tagueamento de URLs, onde você consegue mensurar o retorno de praticamente qualquer mídia, seja um link simples, banner, e-mail marketing, comparador de preços, enfim qualquer coisa.
Para isso o Google disponibiliza na área de Ajuda do Analytics o “Criador de URLs“, que nada mais é uma ferramenta para você não precisar colocar manualmente as variáveis na URL.
Ao acessar esta ferramenta você terá 6 campos:
- URL do Site: Onde você vai colocar o link para onde esta sua campanha irá apontar, por exemplo a página de um produto qualquer.
- Origem da Campanha: Neste campo você informa para o Analytics qual é o VEÍCULO em que esta campanha está rodando, pode ser um site (exemplo: UOL, Terra, …) ou até mesmo e-mail marketing, buscapé, zura, no caso de comparadores.
- Mídia da Campanha: Aqui você vai informar qual é a forma de compra desta mídia, por exemplo CPC (Custo por Clique), CPM (Custo por Mil) ou simplesmente E-mail, enfim, é importante saber que esta informação será exibida no Analytics desta forma: ORIGEM DA CAMPANHA / MÍDIA DA CAMPANHA - exemplo: UOL / CPC, Terra / CPM, E-mail Marketing / E-mail.
- Termo da Campanha: Este campo não é de preenchimento obrigatório, normalmente você vai utilizá-lo para taguear campanhas de links patrocinados em outros buscadores ou comparadores de preço. Aqui você vai colocar a palavra que foi comprada nestes casos, por exemplo o nome do produto no caso de comparadores ou a palavra-chave para outros sistemas de links patrocinados.
- Conteúdo da Campanha: Este campo é utilizado para diferenciar anúncios, por exemplo, foram criados 2 banners para uma mesma campanha que está rodando no mesmo lugar. Você pode então colocar BANNER1 e BANNER2 neste campo para fazer um teste A/B do que está desempenhando melhor.
- Nome da Campanha: Como próprio nome diz, é o nome da campanha, pode ser Natal, Dia dos Pais, Buscapé, enfim, qualquer nome que consiga identificá-la com facilidade.
Após preencher os campos cabíveis basta clicar em Gerar URL para a ferramenta fornecer o link que você deverá utilizar nas peças.
Feito isso você poderá visualizar no menu Fontes de Tráfego >> Todas as fontes de tráfego, as campanhas que você criou e cruzar estas informações com as vendas de comércio eletrônico, taxa de rejeição, tempo no site, etc.
Simples assim ! =)
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Como em qualquer campanha que se preze, devemos sempre começar por um briefing.
Simples ou complexo, feio ou bonito, seja por e-mail ou em um papel de pão, é fundamental que qualquer campanha comece por um documento que diga para equipe que vai montar a estratégia e criar a campanha quais são os objetivos que aquela campanha deve atingir.
Na teoria parece simples, porém na prática 90% dos clientes preenchem o briefing de forma errada. Não porque as perguntas sejam mal formuladas, mas porque em geral estas pessoas são tomadas por uma ansiedade - principalmente quando tem o primeiro contato com mídia online - que as impede de ter noções sensatas do que é possível ser feito e de se criar metas atingíveis para isso.
Ponto fundamental: é (praticamente) impossível fazer uma mesma campanha com foco em ROI e Branding ao mesmo tempo. Explico o por quê:
ROI, em português, significa RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO e como o próprio nome diz deve trazer um retorno proporcional ao investimento. Isto significa que a campanha deve ser constantemente monitorada de modo que não gaste quando não esteja trazendo retorno e, neste caso, estamos falando de VENDA, bufunfa, cash, enfim qualquer coisa que remeta a DINHEIRO!
O cálculo mais simples de ROI é: RECEITA DE VENDAS / CUSTO, ou seja, se uma determinada campanha vendeu R$ 10.000 com um investimento de R$ 1.000, consideramos que ela teve um ROI 10, quer dizer, para cada R$ 1 investido a loja obteve um retorno de R$ 10.
Indo para um exemplo prático, uma loja virtual vende exclusivamente FLORES. Qual a palavra-chave mais óbvia para uma campanha destas? FLORES, claro. Só que até quando?
De um modo geral o objetivo de campanhas de e-commerce é ROI, então devemos analisar esta palavra com sangue frio (e capitalista) de mantê-la até quando ela estiver ajudando neste objetivo, por mais que ela reflita praticamente o coração do negócio da empresa. Devemos lembrar que neste caso o foco não é BRANDING e sim, pausá-la se não estiver vendendo.
Na prática é difícil explicar e fazer o cliente aceitar isso, pois a impressão que uma pessoa mais leiga tem é que o anúncio simplesmente não está aparecendo.
Outra coisa que é comum de acontecer quando adota-se esta estratégia de pausar palavras-chaves genéricas é a quantidade de vendas cair, o que pode assustar o cliente, porém a análise deve ser feita sempre em cima do ROI:
Situação 1: A campanha estava com a palavra FLORES ativada, fazendo 30 vendas por dia o que gerava um custo de R$ 1000 e uma receita de R$ 5000, ou seja, um ROI 5.
Situação 2: Pausamos a palavra FLORES que estava gastando sozinha 70% da verba, o número de vendas caiu para 20, porém agora o custo da campanha passou a ser R$ 300 e a receita R$ 3000, ou seja, um ROI 10.
É importante passar esta percepção para o cliente que muitas vezes se atém a ver apenas a quantidade de vendas, a receita e não a proporção dela em relação ao investimento que se faz, o que distorce os dados e a avaliação geral do desempenho da campanha.
A palavra-chave certa para qualquer decisão é: MENSURE !
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Foi só falar ! Algumas horas após escrever o último post recebi este e-mail:

Agora oficialmente como um GAAC, posso falar um pouco mais o que significa esta certificação.
Assim como no caso do Adwords seria praticamente impossível o Google prestar suporte a instalação e análise para todos usuários do Google Analytics no mundo, então criaram uma certificação para empresas que desejam prestar oficialmente este serviço.
Os pré-requisitos para uma empresa tornar-se uma certificada oficial do Google Analytics é:
- Ter pelo menos um profissional aprovado na prova do GAAC;
- A empresa deve estar presente no mercado há, no mínimo, 2 anos;
- A empresa deve ter pelo menos uma pessoa dedicada a dar suporte ao Google Analytics;
- A empresa deve oferecer serviços completos de Analytics: instalação, implementação, configuração, suporte, treinamento e consultoria;
- Ter uma página no site da empresa dedicada a oferecer os serviços de consultoria a Google Analytics;
- Ter pelo menos 3 cases de projetos pagos de Google Analytics de 3 empresas distintas.
O processo de certificação GAAC é muito mais rigorosa do que para o GAP (Google Advertising Professional). Após realizar a prova a empresa deve enviar documentos que comprovem os demais pré-requisitos que será analisada individualmente pela equipe do Google para decidir se a empresa vai ter ou não a certificação.
Vantagens que a empresa tem com a certificação GAAC:
- Ser promovida no site oficial do Google Analytics no link “Serviços Profissionais”
- Acesso as versões beta do Google Analytics
- Acesso a uma linha exclusiva de suporte com o Google através de Ticket
- Acesso ao fórum de discussão de parceiros GAAC
- E óbvio, reconhecimento oficial de capacidade de prestar uma consultoria de qualidade
A prova do GAAC, diferente da prova do GAP (Google Advertising Professional) é presencial e ocorre esporadicamente a cada 3 meses com questões de alternativas e dissertativas.
Pelo menos na minha prova caiu muita pouca questão de análise, a maioria foi relacionada a instalação avançada, JavaScript, cookies, etc.
Apesar da dificuldade é muito válido as empresas e profissionais obterem esta certificação, uma vez que atualmente é um dos softwares de webanalytics mais utilizado.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
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