Categoria: 'Google Adwords'
Ai ai, acabo de chegar de uma “micro-férias” proporcionada pelos tão esperados e festejados feriados de fim de ano, diríamos com praticamente toda bateria carregada já que 4h30min de transito para voltar cansa qualquer um.
Como todo “bom-menino” é hora de refletir, ver tudo o que aconteceu em 2008 e renovar as energias e planos para 2009. Mas calma, não vou ficar filosofando aqui não. Como sempre, o foco é trabalho.
Primeiro realmente preciso agradecer muito por 2008. Com certeza um dos melhores anos da minha vida com um turbilhão de coisas acontecendo ao mesmo tempo, um ano em que depois de muitos anos na mesma rotina me fez tomar coragem, sair da zona de conforto e ir a luta de coisas novas, outro trabalho, outros desafios, outras pessoas, outro ambiente …
Uma nova cidade, nova casa, nova faculdade, novos colegas de trabalho e amigos serviram de background para um próspero ano que deu alicerce para tudo o que pretendo fazer agora em 2009.
Bom, mas falei que não ia filosofar, não é?
Voltando a falar de trabalho, acredito que 2009 será um ano muito bom e ao mesmo tempo muito difícil.
Para o primeiro semestre ainda acredito que o fantasma da crise vai assustar muita gente e isto inevitavelmente vai impactar em todos os mercados, inclusive a mídia online. Reconheço que no início desta história eu era da turma que falava que a crise iria impactar muito pouco nosso mercado por ser extremamente mensurável e barato em relação a outras mídias, mas agora vejo que não é.
Mesmo que o argumento da mídia online ser mensurável e barato seja verdadeira, na pratica, aí fora muitos gestores ainda não sabem disso ou a pressão por redução de custos acabam nos colocando na linha de tiro.
Paralelo a isso o mercado de SEM vai continuar se difundindo e aos poucos vai retomar o crescimento que percebemos no terceiro trimestre de 2008.
Este ano ainda acho, quer dizer, na verdade espero, que tenhamos muito mais eventos focados em SEM, fugindo um pouco do bê-a-bá que vimos em vários eventos deste ano. Entre os esperados estão SMX Brasil, Google Search Masters 2009 além de outros eventos e treinamentos que sempre acontecem na sede do Google Brasil.
Para o blog, pretendo continuar a escrever artigos, comentários e bobagens sobre a Web e o mercado de SEM, mas a principal novidade é que estou em contato com outros profissionais de agências conceituadas onde pretendo publicar algumas entrevistas com eles falando na prática o que é cada função, seus desafios, enfim, trazer realmente os Bastidores da Web.
Um abraço e feliz ano novo para todos nós !
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Eventos sazonais são sempre uma ótima oportunidade de potencializar as Campanhas de Links Patrocinados, principalmente as de varejo, e já já, estaremos na mais importante delas, o Natal.
Pensando nisso, o Google geralmente cria HotSites específicos para estas datas importantes e o de Natal está bem bacana!
Lá você vai encontrar:
- Estudo de Mercado no período de Natal e os dias mais importantes
- Hábitos de consumo
- E uma lista pré-desenvolvida de palavras para dar uma mãozinha na criação da campanha
O endereço é: www.natalgoogle.com.br
É isso aí, divirtam-se e aproveitem a melhor época do ano para o Varejo!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O mundo está mesmo PERDIDO!
Estava hoje alterando as URLs de Destino de uma campanha, quando ao tentar postar em um dos grupos de anúncio, o Adwords me dá o seguinte erro:

Google! Juro que não era a intenção, olha o anúncio:

Pior, acabou de acontecer a mesma coisa no anúncio do DVD “O Homem do Pau-Brasil“, tenha dó ! Hahaha !
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Após tirar a certificação do Google Analytics, na última sexta-feira fiz a prova do GAP: Google Advertising Professional.
O GAP é uma certificação oficial do Google para especialistas em Adwords que cumprem determinados pré-requisitos, onde um deles é fazer uma prova online com 110 questões de multipla escolha em 1h30.
Para quem utiliza a ferramenta no dia-a-dia, a prova não é muito dificil. O único problema é o fato de ela ter sido traduzida do inglês e portanto haver algumas questões mau formuladas e com alternativas ambíguas.
Outra crítica é o fato de profissionais que fazem a prova através do cadastro de agência, não ter uma página individual que comprove que é certificado, sendo disponibilizado apenas a página da empresa.
Por outro lado, o bom de ser online é que o resultado sai na hora:

segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Como em qualquer campanha que se preze, devemos sempre começar por um briefing.
Simples ou complexo, feio ou bonito, seja por e-mail ou em um papel de pão, é fundamental que qualquer campanha comece por um documento que diga para equipe que vai montar a estratégia e criar a campanha quais são os objetivos que aquela campanha deve atingir.
Na teoria parece simples, porém na prática 90% dos clientes preenchem o briefing de forma errada. Não porque as perguntas sejam mal formuladas, mas porque em geral estas pessoas são tomadas por uma ansiedade - principalmente quando tem o primeiro contato com mídia online - que as impede de ter noções sensatas do que é possível ser feito e de se criar metas atingíveis para isso.
Ponto fundamental: é (praticamente) impossível fazer uma mesma campanha com foco em ROI e Branding ao mesmo tempo. Explico o por quê:
ROI, em português, significa RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO e como o próprio nome diz deve trazer um retorno proporcional ao investimento. Isto significa que a campanha deve ser constantemente monitorada de modo que não gaste quando não esteja trazendo retorno e, neste caso, estamos falando de VENDA, bufunfa, cash, enfim qualquer coisa que remeta a DINHEIRO!
O cálculo mais simples de ROI é: RECEITA DE VENDAS / CUSTO, ou seja, se uma determinada campanha vendeu R$ 10.000 com um investimento de R$ 1.000, consideramos que ela teve um ROI 10, quer dizer, para cada R$ 1 investido a loja obteve um retorno de R$ 10.
Indo para um exemplo prático, uma loja virtual vende exclusivamente FLORES. Qual a palavra-chave mais óbvia para uma campanha destas? FLORES, claro. Só que até quando?
De um modo geral o objetivo de campanhas de e-commerce é ROI, então devemos analisar esta palavra com sangue frio (e capitalista) de mantê-la até quando ela estiver ajudando neste objetivo, por mais que ela reflita praticamente o coração do negócio da empresa. Devemos lembrar que neste caso o foco não é BRANDING e sim, pausá-la se não estiver vendendo.
Na prática é difícil explicar e fazer o cliente aceitar isso, pois a impressão que uma pessoa mais leiga tem é que o anúncio simplesmente não está aparecendo.
Outra coisa que é comum de acontecer quando adota-se esta estratégia de pausar palavras-chaves genéricas é a quantidade de vendas cair, o que pode assustar o cliente, porém a análise deve ser feita sempre em cima do ROI:
Situação 1: A campanha estava com a palavra FLORES ativada, fazendo 30 vendas por dia o que gerava um custo de R$ 1000 e uma receita de R$ 5000, ou seja, um ROI 5.
Situação 2: Pausamos a palavra FLORES que estava gastando sozinha 70% da verba, o número de vendas caiu para 20, porém agora o custo da campanha passou a ser R$ 300 e a receita R$ 3000, ou seja, um ROI 10.
É importante passar esta percepção para o cliente que muitas vezes se atém a ver apenas a quantidade de vendas, a receita e não a proporção dela em relação ao investimento que se faz, o que distorce os dados e a avaliação geral do desempenho da campanha.
A palavra-chave certa para qualquer decisão é: MENSURE !
sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Com uma mistura de alegria, ansiedade e até um pouco de medo (quem não tem por aquilo que é novo) que tenho orgulho em dizer que após 4 anos como consultor autônomo, sou o novo contratado da Cadastra Search Engines Promotion.
A Cadastra dispensa grandes apresentações, é pioneira no ramo de SEO e SEM no Brasil e está entre as maiores do ramo.
Estou apostando tudo nessa oportunidade de crescimento profissional, de poder experimentar outros mercados, trabalhar com clientes de grande porte, ensinar e principalmente aprender muito.
Vou na medida do possível compartilhando esta experiência aqui no blog, esta transição de mundos, do autônomo para contratado, dos clientes pequenos para multinacionais, do operacional para o atendimento.
Percebe-se que desafios não vão faltar, mas é isso que faz agente crescer, então, lá vou eu !
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Próximo